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Novo lay-off abrange mais empresas e terá mais apoios

Publicado em 2 novembro 2020 à 09:00
Novo lay-off abrange mais empresas e terá mais apoios

Mudanças no lay-off entraram em vigor no dia 20 de Outubro. Conheça as principais alterações e saiba como este abrange mais empresas e terá mais apoios.

As famílias portuguesas vivem dias complexos. Além de muitas se encontrarem já em situações difíceis a nível financeiro, o aparecimento do Covid-19 e todas as medidas para a sua contenção foram – como sabemos – impactantes para a economia, afetando vários setores e os seus trabalhadores.

Dependentes dos seus salários integrais para conseguirem suportar as despesas, incluindo a mensalidade do crédito habitação, do crédito auto ou de um eventual crédito pessoal; muitos portugueses deram por si em busca de soluções e apoios para estabilizar as suas finanças. Neste processo, além de ter havido uma maior procura de alternativas como o crédito consolidado, houve também uma maior atenção aos comunicados sobre os apoios estatais.

Acompanhar as novidades sobre os apoios a pessoas e empresas tornou-se, por isso, fundamental e, entre estas, torna-se agora pertinente conhecer melhor o novo lay-off e a sua abrangência. Saiba mais.

Mudanças com o novo lay-off

O governo realizou algumas modificações no apoio extraordinário relativo à retoma progressiva de atividade, criando o que podemos apelidar de um “novo lay-off”. A intenção da medida, em vigor desde 20 de Outubro, é abranger mais empresas e ajudar a reduzir o número de horas de trabalho dos seus funcionários.

Entre as principais mudanças incluem-se a redução até 100% do horário de trabalho em empresas que tenham sofrido descidas significativas das suas vendas (quebras iguais ou superiores a 75%) e o alargamento a empresas cuja quebra atinja os 25%.

Alterações no que respeita à formação

Este novo regime inclui alterações na formação, havendo um aumento do valor da bolsa para os trabalhadores e empregadores abrangidos por este.

Neste caso, o plano de formação deve assegurar 50 horas de formação mensais, no mínimo, segundo definido pelo Executivo.

O valor da bolsa para este plano também foi alterado passando de 66 para 132 euros.

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