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Não validou as faturas no E-fatura? Saiba o que fazer

Publicado em 20 fevereiro 2018 à 15:00

Como certamente saberá, desde 2015, a indicação do número de contribuinte no momento das suas compras é essencial para poder apresentar essas despesas e, depois, receber o reembolso com o IRS. Ainda assim, para que essas faturas contem como despesa efetiva, é necessário que proceda à sua validação online, no E-fatura.

Fazer esta validação é essencial para que o montante seja considerado e, para isso, deve verificr todas as faturas que estejam pendentes no site referido, indicando qual a categoria em que se enquadram e se estas se referem a despesas realizadas dentro ou fora do seu âmbito profissional. Neste momento será também possível fazer a inserção de faturas que o comerciante não tenha declarado, contando que tenha guardado o talão necessário para o efeito.

A validação das faturas tem um prazo e, infelizmente, este já terminou. Ainda assim, caso se tenha esquecido ou não tenha tido acesso prévio à informação necessária, existem ainda alguns passos que pode seguir para tentar remediar a situação. Referimo-nos, aqui, à fase de entrega da declaração de IRS, altura na qual pode, fazendo uso do anexo H, declarar valores diversos (como os de saúde, educação, das prestações do crédito à habitação ou de lares).

O lado negativo de não ter validado as faturas é que, apesar de poder declarar estes valores, outros ficarão de fora na entrega do IRS. Valores relacionados com oficinas, restauração, tratamentos de cosmética e beleza, alojamento e despesas gerais familiares não poderão ser consideradas nesta entrega.

Ainda que o valor de algumas das despesas não esteja exclusivamente disponível mediante a validação das faturas, a verdade é que, no caso de não fazer a validação das mesmas poderá perder muito dinheiro.

A recomendação, por isso mesmo, é que aceda mensalmente ao portal da E-fatura, fazendo todas as confirmações necessárias. Esta é uma boa forma de poupança que, aliada a outras estratégias (como a aglomeração, num crédito consolidado, de créditos como o crédito pessoal, o crédito à habitação ou o crédito auto) pode fazer toda a diferença no seu orçamento familiar.